Garantimos que o seu investimento em energia solar continue a brilhar com máxima eficiência e longevidade. Nosso serviço de manutenção preventiva é projetado para assegurar que cada componente do seu sistema opere em perfeito estado, prevenindo problemas antes que eles aconteçam.

Depende do tipo de sistema solar fotovoltaico instalado. Se o sistema de geração for “off grid”, ou seja, desconectado da rede elétrica, onde a energia fica armazenada em um banco de baterias e independe da concessionária, quando ocorrer uma falta de fornecimento por parte da mesma, a unidade continua sendo abastecida pelas baterias. J

á para sistemas “on grid”, que são conectados à rede, quando ocorrer à falta de energia da concessionária, o inversor solar desliga não havendo geração de energia solar neste período. 

Isso acontece por questões de segurança dos trabalhadores que realizam as manutenções nas linhas de distribuição da concessionária, para que não haja o risco de existir alguma linha energizada podendo causar algum tipo de acidente. 

A função do inversor solar que faz com que o sistema solar pare de produzir energia quando ocorre a falta de fornecimento pela concessionária é o “anti ilhamento”, sendo obrigatória esta função nos equipamentos.

Para os sistemas on grid (conectados à rede) a energia elétrica excedente é enviada para a rede elétrica, acumulando assim os créditos solares na concessionária. Para consumidores residenciais, este processo acontece principalmente nos horários próximos ao meio dia (12:00 horas), pois a incidência solar está no seu ponto máximo diário e o consumo de energia está baixo, sobrando energia que é injetada na rede da concessionária. 

O processo contrário acontece no período da noite, onde não há geração de energia solar e o consumo aumenta (ligação de chuveiros, iluminação, ar condicionados, etc.), desta forma os créditos acumulados na rede durante o dia são recuperados. 

No final do ciclo de faturamento, a concessionária calcula o quanto de energia foi gerada e o quanto foi consumida, apresentando na fatura estes valores. Caso tenha sido gerado mais do que consumido, os créditos ficam acumulados na conta do cliente tendo um prazo de validade de 5 anos para serem gastos.

É a energia obtida através da conversão direta da luz solar em eletricidade através do fenômeno chamado “Efeito Fotovoltaico” que ocorre na célula fotovoltaica fabricada com material semicondutor. O Efeito foi descoberto em 1839 por Alexandre Edmond Becquerel, desde então a tecnologia foi passando por avanços, sendo aprimorada por grandes cientistas, inclusive por Albert Einstein. 

Mas somente a partir de 2000 foram instalados sistemas solares fotovoltaicos e conectados à rede de energia elétrica nos países de primeiro mundo. No Brasil em 2012 foi instituída pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) a Resolução Normativa n° 482, que estabelece as condições para o acesso dos sistemas solares fotovoltaicos à rede de distribuição de energia elétrica, permitindo que qualquer consumidor possa gerar sua própria energia renovável e utilizar a rede como bateria para enviar e receber créditos de energia. 

Segundo dados da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), no primeiro trimestre de 2020, o Brasil registrou a marca histórica de 200 mil conexões de geração distribuída solar fotovoltaica. São 2,3 gigawatts de potência instalada da fonte solar na micro geração e mini geração distribuída. Com isso, desde 2012 já foram mais de R$ 11,9 bilhões em investimentos privados, espalhados pelas cinco regiões do País.

O efeito fotovoltaico decorre da excitação dos elétrons de alguns materiais, sendo o mais utilizado o silício, na presença da luz solar. Embora necessite da entrada das partículas de luz (os fótons) em seu interior e, portanto, deve estar posicionado de forma mais direta a luz do sol possível, o painel fotovoltaico também aproveita a luz difusa do sol para geração elétrica, ou seja, em dias nublados o sistema também gera energia. 

Porém, essa energia é gerada em corrente contínua (mesma corrente das pilhas e baterias), não sendo o padrão utilizado nos equipamentos elétricos das residências, comércios e indústrias. Desta forma, a energia gerada nos módulos é enviada ao inversor solar, que é o equipamento mais importante do sistema, responsável pela transformação da corrente contínua em corrente alternada conforme os padrões exigidos pela concessionária. 

O inversor também monitora o sistema e atua com parâmetros de segurança e qualidade de energia. Após passar pelo inversor, a energia alimenta os equipamentos da edificação e, quando ainda sobra energia, ela segue para o padrão de entrada da concessionária, que através do relógio bidirecional, contabiliza o quanto a unidade gera e consome.

Segundo a Resolução Normativa n° 482 da ANEEL, a energia excedente dos sistemas de geração distribuída (modalidade em que se encaixa os sistemas residenciais por exemplo) é injetada na rede elétrica e retorna ao cliente em forma de créditos em kWh, portanto não sendo possível transformar estes créditos diretamente em dinheiro (R$). 

Estes créditos ficam acumulados na conta do cliente e possuem validade de 5 anos para serem consumidos, ou também podem ser compartilhados para outras unidades consumidoras através do sistema de compensação de energia elétrica. 

A possibilidade de venda de energia solar existe, porém para usinas de grande porte, onde a geração não pertence mais ao segmento de distribuída, mas sim centralizada. Nestes casos, a energia é comercializada através de leilões ou venda direta no mercado livre. 

Para consumidores de pequeno porte, essa opção é inviável devido aos grandes custos envolvidos.

Não, isso não é possível devido às taxas que a concessionária cobra para manter o fornecimento de energia aos consumidores, chamada de “custo de disponibilidade”. Segundo estabelecido pela ANEEL, isso representa 30kWh por mês para consumidores monofásicos, 50kWh por mês para bifásicos e 100kWh mensal para trifásicos. 

Além disso, existe a taxa para iluminação pública (COSIP) que também continua sendo cobrada. Mesmo assim, a redução de gastos com a instalação do sistema solar fotovoltaico pode chegar até 95% em alguns casos, se tornando um investimento altamente viável.

As vantagens são inúmeras, confira as principais: Energia solar é uma fonte renovável e sustentável; Possui tecnologia consolidada no mercado e preços competitivos; 

Não polui o meio ambiente, pois a energia que um módulo fotovoltaico gera durante sua vida útil é 20 vezes maior que a energia que é consumida em sua fabricação; É silenciosa, não emitindo ruído; Valoriza o imóvel; Baixa manutenção; Alta vida útil (média de 25 anos) e Payback rápido do investimento (média de 6 anos); Fácil instalação e ocupa pouco espaço; Geração de empregos; Economia de até 95% na conta de luz.